
Servidores públicos estaduais do Piauí que precisarem viajar para votar no segundo turno das Eleições 2026 poderão ter a frequência abonada na segunda-feira (26). A medida foi autorizada pelo Governo do Estado e publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (21).
O benefício é destinado aos servidores submetidos ao controle de ponto da administração direta, autárquica e fundacional que tenham domicílio eleitoral situado a mais de 150 quilômetros do local de trabalho. Para solicitar o abono, será necessário comprovar o comparecimento às urnas no domingo (25).
Como solicitar a dispensa
O pedido deve ser feito individualmente pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI), até quarta-feira (28), e encaminhado ao setor de gestão de pessoas do órgão em que o servidor trabalha.
É necessário apresentar o comprovante de votação do segundo turno e documentação que permita verificar a localização do domicílio eleitoral e a distância em relação ao local de trabalho. Quem não tiver acesso ao SEI poderá solicitar o benefício por meio da unidade administrativa à qual está vinculado.
Conforme o decreto assinado pelo governador Rafael Fonteles, a autorização busca permitir o retorno de servidores que precisaram viajar para exercer o direito ao voto em municípios distantes.
Serviços essenciais continuam funcionando
A medida não representa uma suspensão geral do expediente estadual na segunda-feira. Os gestores dos órgãos públicos deverão garantir a continuidade dos serviços essenciais e das atividades que não podem ser interrompidas.
A concessão do abono será avaliada pelos setores responsáveis pela gestão de pessoas, que deverão conferir a documentação e verificar se os critérios estabelecidos pelo decreto foram atendidos.
VEJA TAMBÉM
Boca de urna e propaganda: veja o que é proibido no dia da eleição
Prática pode resultar em detenção e multa
Terceiro adolescente é apreendido por suspeita de participação na morte de menino em Teresina
Jovem de 17 anos nega participação no crime
Exportações do Piauí para os EUA caem 45,6% após tarifaço de Trump
Levantamento da CNM aponta perda de R$ 110,2 milhões, com o mel entre os produtos mais afetados









