
O UNICEF divulgou, nesta quinta-feira (5), que ao menos 192 crianças morreram desde o início da guerra no Oriente Médio. Do total, 181 óbitos foram registrados no Irã, sete no Líbano, três em Israel e um no Kuwait.
Em publicação oficial, a agência afirmou que crianças são as mais afetadas em cenários de conflito. “Não iniciam guerras, mas sofrem suas consequências”, destacou.
Um dos episódios mais graves ocorreu no sábado (28), quando uma escola de meninas no sul do Irã foi atingida no primeiro dia dos ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel. Segundo o embaixador iraniano em Genebra, Ali Bahreini, 150 estudantes morreram na ação.
O Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas solicitou investigação “rápida, independente e minuciosa” sobre o bombardeio. A porta-voz Ravina Shamdasani informou que ainda não há elementos suficientes para afirmar se o caso configura crime de guerra.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que as forças norte-americanas não atacariam deliberadamente uma escola. Israel comunicou que apura as circunstâncias do episódio.
O aumento no número de vítimas civis amplia a pressão internacional por esclarecimentos e por medidas de proteção à população infantil em áreas de conflito.
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