
A taxa de desocupação no Brasil foi de 6,1% no primeiro trimestre de 2026, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O índice é superior ao registrado no fim de 2025, mas representa o menor resultado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012.
No período, cerca de 6,6 milhões de brasileiros estavam em busca de emprego. O contingente cresceu em relação ao trimestre anterior, mas apresentou queda na comparação com o mesmo intervalo de 2025.
O total de pessoas ocupadas foi estimado em 102 milhões. Apesar da redução frente ao último trimestre do ano passado, o número é maior do que o observado um ano antes.
Segundo o IBGE, o início do ano costuma apresentar retração em algumas atividades econômicas, como comércio e setor público, devido ao fim de contratos temporários e à desaceleração após períodos de maior demanda.
Entre os segmentos analisados, houve diminuição de trabalhadores no comércio, na administração pública e nos serviços domésticos.
Mesmo com a alta pontual da taxa de desemprego, a informalidade recuou. O índice ficou em 37,3% da população ocupada, abaixo dos níveis registrados anteriormente.
A pesquisa considera pessoas com 14 anos ou mais e abrange diferentes formas de trabalho. Para ser classificado como desempregado, o entrevistado precisa ter procurado vaga nos 30 dias anteriores à coleta de dados.
Fonte: Agência Brasil.
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