
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) que é contrário à criação de indenizações ou compensações financeiras para empresas caso avancem propostas de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 no Brasil.
A declaração foi feita durante audiência pública realizada na comissão especial da Câmara dos Deputados responsável por discutir alterações nas regras trabalhistas.
Segundo Durigan, a redução da carga horária faz parte de uma mudança mundial nas relações de trabalho e não deve ser tratada como prejuízo ao setor empresarial. O ministro também defendeu que jornadas menores podem estimular maior eficiência e produtividade nas empresas.
No Congresso, tramitam propostas que preveem mudanças na jornada semanal, incluindo redução para 40 horas e diminuição gradual dos dias trabalhados ao longo da semana.
Apesar de rejeitar compensações financeiras, o ministro afirmou que o governo pode discutir medidas de apoio para pequenas empresas durante uma eventual adaptação, como linhas de crédito, qualificação e incentivo à transformação digital.
Durante o debate, representantes do setor produtivo demonstraram preocupação com possíveis impactos econômicos das mudanças. Já o deputado Leo Prates, relator da proposta, afirmou que o país possui jornadas extensas de trabalho, mas ainda apresenta baixa produtividade.
Fonte: Agência Brasil.
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